Seitas e heresias ao vivo


Série de estudos sobre Seitas e Hereias
Com Pastor Luciano Batista

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Do Egito para a libertação em 49 dias (Shavuot)


Com o total de 49 dias após nosso congresso (Pascoa)
seguimos na caminhada da libertação até o Sinai (Shavuot)

Dia 06 de Junho esta agendado o GRANDE GRITO DE LIBERDADE
participe dos ensinamentos sobre o nosso Shavuot
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Professor
Pastor Luciano Batista

Seitas e heresias

Seitas e heresias
Série de estudos com o Pastor Luciano Batista

Dia da Família Apostólica


Realizamos nosso encontro da família, onde tivemos a alegria de batizar três  jovens.

Eu comemoro o Natal Cristão Romano?


Eu comemoro o Natal Cristão Romano?
por Pastor Luciano Batista

Primeiramente eu reconheço que nossa cultura religiosa sofreu e sobre a mistura religiosa com o paganismo em várias esferas e não apenas no Natal

Mas quero lembrar a todos que o aprendizado deve sempre moldar nossa forma de adoração a Deus

É bom lembrar que existe uma passagem que Jesus abordou o assunto adoração com uma mulher no poço de Jacó. Uma vez que o assunto era adoração (João, 4:20 - Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar)

Devemos observar a colocação de Jesus, após a sua afirmação de adoração a Deus (João, 4:22 - Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus)

Em outras palavras: Vocês fazem cultos (festas) sem conhecer o que se adora, mas nós Judeus conhecemos o objeto de culto (festa) antes mesmo de prestar culto (festas)

Se desejamos aproveitar o feriado do dia 25 de dezembro. Não precisamos comemorar uma festa que o objeto de culto é desconhecido, antes podemos aproveitar a comemoração da dedicação do templo que é chamada de festa de Hanuká

Os judeus não comemoram nem o Natal nem o Ano Novo nos “moldes” cristãos – apesar de reconhecerem que Jesus existiu. Para essa cultura, principalmente em Israel, a comemoração de fim de ano é o Hanuká, que significa festa das luzes em hebraico e lembram as vitórias contra a opressão, a discriminação e a perseguição religiosa.  A data marca a vitória dos judeus sobre os gregos há mais de dois mil anos, na batalha pela liberdade de seguir a sua religião.
A festa de Hanuká para os judeus começa no 25º dia do mês judaico de Kislev e dura oito noites. Em 2013, o início coincide com o dia 27 de dezembro.
A festa consagra a vitória dos judeus contra uma província grega que tentava impor o politeísmo. Segundo os crentes, para cada um dos dias é acesa uma vela até que todo o candelabro esteja aceso no último dia de festa. Também teria havido um milagre: o óleo para acender as velas do templo, que seria suficiente para apenas um dia, durou oito.
Na comemoração, peru e bacalhau são substituídos por panquecas de batata e bolinhos fritos em azeite. E em vez de desembrulharem presentes à meia-noite, as crianças recebem dinheiro.

Agora comemorar o Natal corremos o risco de afirmar uma mentira que o catolicismo vem usando como comércio religioso a muitos anos.

Convido você a comemorar o Hanuká como festa em sua vida (Uma vez que adoramos o Deus dos Judeus)
Esta festa funciona assim: A partir do dia 25 conta oito dias de festas consecutivas. Nestes dias você deve levar presentes ao templo (igreja) e também reunir a família em seu lar para agradecer a Deus por cada um deles e também não pode esquecer que está festa exige que se faça muitas esmolas e caridades.

Para encerrar
Se vai copiar uma festa religiosa, pelo menos copie de uma nação (religião) que o próprio Deus deu como referência.

Agora, entendendo um pouco mais sobre a Festa da Dedicação, podemos celebrá-la alegremente nosso culto de Ação de Graças

1 Tessalonicenses, 3:9 - Pois, que ação de graças podemos render a Deus por vós, por todo o gozo com que nos regozijamos por vossa causa diante do nosso Deus,

Hag Hanuká Sameach! Feliz Festa de Hanuká!

AS SETENTA SEMANAS 01

AS SETENTA SEMANAS 
Editado por: Pastor Luciano Batista 
IAB de Mauá SP 25/10/16 

Assista a aula 01 no YouTube: https://youtu.be/1AToNchjv7c 

Graça e paz sejam com os leitores e ouvintes, desta matéria que foi editada com muito carinho e dedicação.
Eu Luciano Batista, pastor e servo da igreja de nosso Senhor Jesus Cristo, venho por meio deste compartilhar o entendimento que obtive ao estudar e comparar as Escrituras e outros matérias disponibilizados. 
Um tema muito contraditório e polêmico, porém com muita humanidade quero deixar claro que o estudo que se segue a um entendimento pessoal a luz da palavra de Deus. As setentas semanas de Daniel (490 anos) é um assunto ligado a vinda do Cristo e o julgamento das nações. 
O Senhor, através da revelação dada ao profeta Daniel, nos mostra com detalhes eventos que fizeram parte da história da humanidade e outros que ainda ocorrerão.
Dentro desse conjunto de preciosas revelações divinas, as setenta semanas de Daniel têm sido objeto de estudo e servido como um verdadeiro mapa, o qual nos revela que caminhos estão reservados para nós no futuro, dentro do plano perfeito de Deus.
O termo "semana", referindo-se a um período de sete anos, era comum entre os judeus. Tal termo vem da ordem de Deus em Levítico 25.1-7 para cultivar um campo durante seis anos, permitindo que o mesmo descansasse no sétimo ano.
Esse período de sete anos ficou conhecido como "semana de anos". Portanto, setenta semanas são 490 anos.
Nas profecias do livro de Daniel, esses 490 anos se subdividem em tres partes: sete semanas de anos (49 anos), sessenta e duas semanas de anos (434 anos) e uma semana de anos (7 anos).
O ponto de partida para o cálculo das setenta semanas é o decreto emitido pelo rei medo-persa Artaxerxes em 14 de março de 445 AC, autorizando a reconstrução de Jerusalém.
Neste ponto, convém deter-nos para argumentar porque cremos que as semanas devem ser contadas a partir de 445 AC.
No ano 538 AC, o rei Ciro, após conquistar a Babilônia, expede um decreto a favor do povo de Israel. Esse decreto de Ciro é destinado ao retorno dos judeus à terra natal para reconstruir o Templo e restituir os utensílios sagrados pertencentes a ele (Esdras 1:1-8, Esdras 5:13-14).
Anos depois, em 520 AC, em função de um pedido de ajuda provindo de Jerusalém, Dario I, confirma a mesma ordem dada anteriormente por Ciro (Esdras 6:1-13).
Mais de 70 anos depois, em 457 AC, o rei Artaxerxes I emite um decreto, registrado em Esdras 7:11-23, objetivando ajudar no funcionamento do Templo em Jerusalém.
Esse primeiro decreto de Artaxerxes foi dado pessoalmente a Esdras (Esdras 7:11). Todas essas ordens citadas até aqui se referem ao Templo e ao seu funcionamento.
Por último, em 445 AC, o mesmo Artaxerxes I dá uma ordem a Neemias para a reedificação da cidade de Jerusalém e de seus muros (Neemias 2:1-9).
É interessante notar que, até essa última ordem dada a Neemias, Jerusalém ainda não havia sido reedificada e ainda estava em ruínas (Neemias 2:5).
Então, as 3 primeiras ordens foram expedidas por Ciro, Dario e Artaxerxes, respectivamente, em relação ao Templo e ao funcionamento das cerimônias relacionadas a ele. No entanto, a cidade só começou a ser plenamente reedificada a partir do decreto dado a Neemias em 445 AC.
A profecia das setenta semanas se inicia "...Desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém..." (Daniel 9:25). Logo, cremos que as setenta semanas devem ser contadas a partir de 445 AC.
Então, entendemos que o primeiro período vai de 445 AC até 396 AC, tempo que durou a reconstrução (49 anos). O segundo período perfaz 483, somando-se os 49 anos das sete primeiras semanas e os 434 das sessenta e duas semanas que antecederam a morte do Ungido (Jesus).
Esses dados, levando em consideração a dedução entre 1 AC e 1 DC, onde há somente um ano, o ano lunar judeu, que tem apenas 360 dias, os anos bissextos durante o período, que acrescentam mais 119 dias no cálculo e o desconto da pequena diferença que existe entre o calendário juliano e o ano solar (1/128 de diferença), nos revelam um número de 173.880 dias, entre a primeira e sexagésima nona semanas. 
Pastor Luciano Batista 
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Qual é a sua opinião teológica sobreAmilenismo, Pré-milenismo ou Pós-milenismo?

Qual é a sua opinião teológica sobreAmilenismo, Pré-milenismo ou Pós-milenismo?
Ediado por: Pastor Luciano Batista
Quero de início asseguraram aos leitores que a palavra MILÊNIO não se encontra na Bíblia. Porém existe a referência ao reinado de mil anos o qual chamamos de milênio
Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos. Apocalipse 20.6
O amilenismo, ou amilenialismo, é o nome dado à crença de que não haverá um reino literal de Cristo por 1000 anos. As pessoas que defendem essa ideia são chamadas de amilenistas. O prefixo "a" em amilenismo significa "não" ou "sem". Portanto, o amilenismo significa “sem milênio”. Isso difere da opinião mais comum chamada de pré-milenialismo/pré-milenismo (a opinião de que a segunda vinda de Cristo vai acontecer antes do Seu reino milenar e que o reino de Cristo é um reino literal de 1000 anos) e da opinião menos comum chamada de pós-milenialismo/pós-milenismo (a crença de que Cristo vai retornar depois que os cristãos – não o próprio Cristo – estabelecerem o reino na terra).
No entanto, em justiça aos que são amilenistas, devemos acrescentar que eles não acreditam que não haja nenhuma forma de milênio. Eles só não acreditam em um milênio literal – um reino literal de 1000 anos de Cristo na terra. Ao invés, acreditam que Cristo esteja sentado agora mesmo no trono de Davi e que a era atual da Igreja seja o reino sobre o qual Cristo tem domínio. Não há dúvida nenhuma de que Cristo esteja agora mesmo sentado no trono, mas isso não significa que esse seja o reino ao qual a Bíblia se refere como o trono de Davi. Não há dúvida de que Cristo agora reina, pois Ele é Deus. No entanto, isso não significa que Ele esteja exercendo agora o Seu reino milenar.
Para que Deus possa cumprir as Suas promessas a Israel e Sua aliança com Davi (2 Samuel 7.8-16; 23.5; Salmos 89.3-4), tem que existir um reino literal e físico na terra. Duvidar disso é questionar o desejo de Deus e/ou a sua habilidade de cumprir as Suas promessas, e isso abre as portas para vários problemas teológicos. Por exemplo, se Deus pudesse renegar Suas promessas a Israel depois de afirmar que eram “eternas”, como poderíamos ter certeza de quaisquer de Suas promessas, inclusive das promessas de Salvação aos que creem no Senhor Jesus? A única solução é acreditar na Sua Palavra e compreender que as Suas promessas serão cumpridas literalmente.
Indicações bíblicas claras de que o reino será um reino literal aqui na terra são:
1) Os pés de Cristo tocam no Monte das Oliveiras antes do Seu reino ser estabelecido (Zacarias 14.4,9);
2) Durante o reino, o Messias vai executar justiça e julgamento na terra (Jeremias 23.5-8);
3) O reino é descrito como sendo debaixo do céu (Daniel 7.13-14,27).
4) Os profetas profetizaram de mudanças terrenas dramáticas durante o reino (Atos 3.21; Isaías 35.1-2; 11.6-9; 29.18; 65.20-22; Ezequiel 47.1-12; Amós 9.11-15); e
5) A ordem cronológica dos eventos de Apocalipse indica a existência de um reino milenar antes da conclusão da história mundial (Apocalipse 20).
A opinião amilenista surge do uso de um método de interpretação para profecias ainda não cumpridas e de um outro método para as Escrituras não-proféticas e profecias cumpridas. Escrituras não-proféticas e profecias cumpridas são interpretadas literalmente e normalmente. Entretanto, de acordo com o amilenista, profecia não cumprida é para ser interpretada espiritualmente, ou de forma não literal. Aqueles que defendem o amilenismo acreditam que uma leitura "espiritual" das profecias não cumpridas seja a leitura apropriada daqueles textos. Isso se chama de dupla hermenêutica. Por hermenêutica entende-se o estudo dos princípios de interpretação. O amilenista acredita que a maioria, se não todas, das profecias não cumpridas são escritas em linguagem simbólica, figurativa e espiritual. Portanto, os amilenistas dão um sentido diferente àquelas partes da Bíblia do que o significado normal e contextual de suas palavras.
O problema de interpretar profecias não cumpridas dessa forma é que abre as portas para uma grande quantidade de significados. A menos que se interprete a Bíblia no sentido normal, não haverá apenas um significado. Ao mesmo tempo, Deus, o grande Autor de todas as Escrituras, teve apenas um significado em mente quando inspirou os autores humanos a escreverem. Embora possamos tirar muitas aplicações para as nossas vidas de uma só passagem da Bíblia, há apenas um significado e esse significado é o que Deus quis transmitir. Além disso, o fato de que profecias cumpridas foram cumpridas literalmente é o melhor motivo para acreditarmos que as profecias ainda não cumpridas serão cumpridas literalmente. As profecias sobre a primeira vinda de Cristo foram todas cumpridas literalmente. Portanto, deve-se esperar que as profecias sobre a segunda vinda de Cristo também serão cumpridas literalmente. Por esses motivos, uma interpretação alegórica de profecias não cumpridas deve ser rejeitada e uma interpretação literal ou normal dessas profecias deve ser adotada. O amilenismo falha por utilizar uma hermenêutica inconsistente, ou seja, a interpretação da profecia não cumprida de forma diferente da profecia cumprida.
Essa é a minha opinião e também a opinião da IAB  (Igreja Apostólica do Brasil): Somos pré-milenialismo/pré-milenismo (a opinião de que a segunda vinda de Cristo vai acontecer antes do Seu reino milenar e que o reino de Cristo é um reino literal de 1000 anos)
Cremos após o arrebatamento, se dará início a semana da tribulação (Sete anos) e após isso o Milênio.
Mais informações na série de estudos AS 70 SEMANAS DE DANIEL que inicia nesta terça com transmissão ao vivo no canal www.youtube.com/iabmaua
Professor Pastor Luciano Batista
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A verdade liberta

A verdade liberta
“E conhecereis a verdade, e a verdade
vos libertará” (João 8.32).

A maioria das pessoas acredita que tudo que carrega o rótulo de “cristão” deve ter se originado em Jesus Cristo e seus primeiros seguidores. Mas, definitivamente, este não é o caso. Tudo que temos a fazer é verificar as palavras de Jesus Cristo e Seus apóstolos para ver claramente que isto não é verdade.

Tal como Jesus e os escritores do Novo Testamento predisseram, o registro histórico mostra que várias ideias heréticas, assim como mestres apoiando esses conceitos, surgiram de dentro da Igreja primitiva, e outros de fora se infiltraram nela. O próprio Cristo advertiu a seus seguidores: “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” Mateus 24.4-5.

Você pode ler muitas advertências semelhantes em outras passagens

E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. Mateus 24.11

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. Atos 20.29-30

Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras. 2 Coríntios 11.13-15

Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. 2 Timóteo 4.2-4

E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. 2 Pedro 2.1-2

Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós. 1 João 2.18-19


Quase duas décadas após a morte e ressurreição de Cristo, o apóstolo Paulo escreveu que muitos crentes já estavam “passando . . . para outro evangelho” (Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho. Gálatas 1.6). Ele escreveu que foi forçado a lutar contra “falsos apóstolos, obreiros fraudulentos”, que estavam dissimuladamente “transfigurando-se em apóstolos de Cristo” (Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. 2 Coríntios 11.13). Um dos grandes problemas que ele teve que lidar foi o dos “falsos irmãos” (versículo 26).

Perto do final do primeiro século, como vemos em 3 João 9-10 (Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe. Pelo que, se eu aí for, trarei à memoria as obras que ele faz, proferindo contra nós palavras maliciosas; e, não contente com isto, ele não somente deixa de receber os irmãos, mas aos que os querem receber ele proíbe de o fazerem e ainda os exclui da igreja), as condições ficaram tão terríveis que os falsos ministros se recusavam abertamente a receber os representantes do apóstolo João e até excluíam os verdadeiros cristãos da Igreja!

Não demorou muito para que verdadeiros servos de Deus se tornassem uma minoria marginalizada e dispersa entre aqueles que se autodenominavam cristãos. Uma religião muito diferente, agora comprometida com muitos conceitos e práticas enraizadas no antigo paganismo (essa mistura de crenças religiosas veio a ser conhecida como sincretismo, comum na época do Império Romano), apoderou-se e modificou a fé estabelecida por Jesus Cristo.

Esta igreja “muito diferente” iria crescer em poder e influência, e dentro de poucos séculos dominaria até mesmo o poderoso Império Romano!
Por volta do segundo século, os membros fiéis da Igreja, o “pequeno rebanho” de Cristo (Não temas, ó pequeno rebanho! porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino. Lucas 12.32), tinham sido totalmente espalhados pelas ondas de perseguição mortal. Eles se mantiveram firmemente na verdade bíblica acerca de Jesus Cristo e Deus Pai, ainda que perseguidos pelas autoridades romanas e até por aqueles que professavam o Cristianismo, mas que na realidade ensinavam sobre “outro Jesus” e “outro evangelho”

Porque, se alguém vem e vos prega outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o suportais! 2 Coríntios 11.4

Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Gálatas 1.6-9

É comum nós ainda ter apego pelos familiares e amigos que ainda continuam no erro.
Em Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo): Que tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração. Porque eu mesmo poderia desejar ser anátema de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne
Romanos 9.1-3

As diferentes ideias sobre a divindade de Cristo conduziriam a conflitos
Este foi o cenário em que a doutrina da trindade surgiu. Nessas primeiras décadas após o ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo, e incluindo os primeiros séculos que se seguiram, várias ideias surgiram quanto à Sua exata natureza. Foi Jesus Cristo um homem? Era Deus? Era Deus em figura de um homem? Foi uma ilusão? Foi um simples homem que se tornou Deus? Foi criado por Deus Pai ou existia eternamente com o Pai?

Em meio a essa confusão nasceu a trindade chamada “cristã”
Mas como aprendemos essas heresias nem vem de 381 dC ela criou forma de trindade cristã nesta reunião, mas as bases desta mentira atrapalhou muito o trabalho do apóstolos e ainda atrapalhava a pregação genuína do evangelho.

Amados não estamos em tempo de baixar a guarda, vamos aprimorar nossos ensinos e formar mais pregadores da verdade. Com o avanço da tecnologia os inimigos do evangelho tem tomado força e buscado meios de tornar a mentira mais aceita.
E no contrário disso: Os verdadeiros tem usado a tecnologia para se afastar de Deus e sua palavra, vamos mudar esse quadro irmãos.

Conto com o seu despertar.
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20 Razões porque batizamos em nome de Jesus!


20 Razões porque batizamos em nome de Jesus!


1º: Porque a ordem de Jesus é em nome (Mt. 28.19).

2º: Porque a remissão dos pecados é em Seu nome (Lc. 24.47).

3º: Porque tudo deve ser feito em Seu nome (Cl. 3. 17)

4º: Porque Pedro, cheio do Espírito Santo, ensinou o batismo em nome de Jesus (At 2.4, 38).

5º: Porque não há salvação em outro nome (At 4.12)

6º: Porque os samaritanos também foram batizados em nome de Jesus (At 8.12, 16).

7º: Porque os gentios também foram batizados em nome de Jesus (At. 10.44-48)

8º: Porque Paulo foi batizado em nome do Senhor Jesus (At. 22.12-16)

9º: Porque Paulo batizou os discípulos de João Batista em nome de Jesus (At. 19. 3-5).

10º: Porque Paulo disse que se pregassem outra doutrina além dessa seria anátema (Gl 1.8)

11º: Porque o nome de Jesus está sobre todos os nomes (Fp. 2.9).

12º: Porque na bíblia todos novos convertidos foram batizados em nome do Senhor Jesus Cristo

13º: Porque a doutrina que batiza nos títulos teve o seu início no ano 381 d.C.

14º: Porque o mesmo Mateus que escreveu Mt. 28.19, concordou com Pedro (Leia At. 2.14,38).

15º: Porque existe apenas um só batismo bíblico e não encontramos ninguém batizado nos títulos (Ef. 4.5).

16º: Porque a igreja deve estar edificada na doutrina dos apóstolos (Ef. 2.20).

17º: Porque todas famílias nos céus e na terra tomam seu nome (Ef. 3.15).

18º: Porque João confirma que só através do nome há remissão de pecados (1 Jo. 2.12)

19º: Porque Deus escolheu um povo para o Seu nome (At. 15.14)

20º: Porque repetir a ordem não é o mesmo que obedecer.

(Obs: Caro (a) amigo (a), se o ministro ao te batizar repete os títulos pai, filho, e espírito santo, ele está somente repetindo a ordem e não obedecendo) (1 Sm 15.22)



Igreja Apostólica do Brasil
www.osapostolicos.blogspot.com.br

Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta


Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta

O Homem foi criado no sexto dia: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem.....E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Gênesis 1.26-31

Vendo isso o número do homem é o 6 sendo assim o número da besta é o NÚMERO DE UM HOMEM 
"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis". Apocalipse 13.18

Entendendo que o número do homem é seis fica facil entender o CALCULAR o para saber o número da besta
666+tres homens= três pesssoas da trindade

Resumindo a trindade é a besta mencionada no Apocalipse, confira: "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem TRÊS espíritos imundos, semelhantes a rãs". Apocalipse 16.13

Verdadeiros missionários (Gosto de lembrar)



Apostolo J.B. Lambeth

J.B. Lambeth nasceu em Kilgore - Texas no dia 13 de Agosto de 1934, sendo criado

nos primeiros anos de vida na Primeira Igreja Pentecostal de Kilgore. Filho de
Cleveland Lambeth e de Lottie Lambeth. Ele foi batizado em 1942 em nome de Jesus
Cristo pelo Pastor Taylor Ford, dirigente do Conselho Central do Sul e da Editora
Pentecostal da P.A.J.C situada na cidade de Kilgore - Texas, recebeu o Dom do
Espírito Santo em 12 de Outubro de 1946, durante uma campanha evangelística
da irmã N. Freeman. O Irmão Elder A.W. Buie foi seu pastor e conselheiro por oito
anos. J.B. Lambeth estudou no Colégio Apostólico de Tulsa - Oklahoma e no Instituto
Bíblico Apostólico em St. Paul - Minessota. Depois de ter se graduado, trabalhou em
vários colégios e universidades por todo o mundo.

Wanda Louise Mason, filha de James Winford Mason e Rena Kathrine Mason,

recebeu o Espírito Santo sob o ministério dos Evangelistas Charlotte e Nila. Ela foi
educada na Igreja Batista, o Irmão A.W. Buie a batizou em nome de Jesus em Janeiro
de 1949, e foi seu Pastor até seu casamento com J.B. Lambeth, eles se casaram no
dia 25 de Janeiro de 1952.

O casal estabeleceu igrejas, antes de ir para o Brasil, nas cidades de Beckville,

Tatum e Longview - Texas. Eles solicitaram sua ida para a África, mas o país em
que eles desejavam trabalhar, não aceitava missionários. J.B. aceitou ajudar a obra
no Brasil, e depois de um período cinco anos, sentiram que o Brasil era verdadeiramente
seu campo de trabalho, seu chamado.

J.B, Wanda L, e John Bradley Lambeth chegaram ao Brasil em 20 de Abril de 1960.

O vôo que partiu de Houston, Texas, chegava em Porto Alegre – RS no Brasil a meia
noite. Não havia ninguém para encontra a família Lambeth, e em seu desespero, tendo
uma pequena criança faminta de apenas 18 meses, e não sabendo se comunicar por
causa da diferença de idiomas, eles começaram a orar. A única pessoa que falava inglês
no aeroporto era um jovem que trabalhava na torre de controle. O Senhor estendeu suas
mãos de encorajamento e misericórdia. O jovem desconhecido arranjou um táxi para
eles e instruiu o taxista para encontrar um hotel para eles, mas os hotéis estavam todos
lotados por causa de um jogo de futebol que estava acontecendo na cidade e os hotéis
não aceitavam como pagamento, moeda estrangeira. Depois de duas horas dirigindo e
perguntando, finalmente um local foi encontrado. Os Lambeths agradeceram a Deus
pelo Hotel Cidade que abriu suas portas. Este hotel ainda existe no centro da cidade.

Eles foram para o Brasil para ajudar a família do irmão Samuel Baker, que tinha sido

treinada na capital do Uruguai. O Consulado Americano os ajudou a entrar em contato
com os Bakers. Este foi o inicio de uma sociedade que introduziu o movimento do nome
de Jesus no país. A mensagem do novo nascimento estava crescendo, e para o seu
conhecimento, nunca tinha sido pregada antes no Brasil, mas aquele pequeno começo,
tornou-se um numero de milhares. Agora, ha muitas mini-organizações, grupos de
denominação tradicional, e movimentos independentes através do país, mas eles todos
são originados do esforço deles. Os Bakers, durante um período de seis meses
ajudaram os Lambeths a estudar a língua portuguesa e com suas acomodações.

Os Lambeths então se mudaram para São Paulo. No Rio Grande do Sul, dois anos se

passaram antes que houvesse uma simples conversão. Isto foi uma experiência
desencorajadora para os Lambeth's. Visitações porta a porta, continuaram. Então um
casal em Vila Mathias Velho - Canoas, manifestou interesse na mensagem do nome de
Jesus, e logo após eles estavam entre os primeiros para serem batizados em nome de
Jesus sob a tutela dos Lambeths. A irmã contraiu câncer, e muitas orações foram feitas
por sua cura e salvação; mas ela não recebeu o batismo com o Espírito Santo. Mas, no
dia do seu enterro, no culto do funeral, seu marido e outros 20 foram cheios do Espírito
Santo. O fogo do avivamento espalhou-se naquele culto do funeral e atravessou
montanhas e vales no sul do Brasil, e dezessete igrejas nasceram desse resultado.

Pontos de Pregação foram estabelecidos em fazendas, em cabanas embaixo de arvores,

casas e salas em dezessete cidades. Foi durante este período que as oposições vieram
com mais forca, Noemi uma garota de dezoito anos, que tinha acabado de receber o
Espírito Santo, foi martirizada por um forte ativista católico. Havia homens e mulheres
dedicados que deram suas vidas a serviço do Rei durante aqueles anos, e a igreja
apostólica ainda relembra estes soldados da cruz como heróis. Um grande terreno foi
comprado, um seminário bíblico foi instituído, um salão no centro da cidade foi alugado
na rua de Lima e Silva, e pela primeira vez no país, um programa de radio foi iniciado
para propagar a mensagem de um Jesus único.

No ano de 1965, eles voltaram para os USA para ajudar os projetos de Missões nos

estados do Texas, Nebraska e Iowa. Os Lambeths voltaram para o Brasil em Abril
de 1969, e um programa nacional independente foi inaugurado e como resultado
igrejas começaram a crescer, foram iniciados trabalhos em oito estados e dois paises
próximos na América do Sul. O trabalho na área de São Paulo, o qual havia sido
iniciado pela família C.F. Williams, foi doado a igreja Apostólica do Brasil.
Os Lambeths nunca tinham planejado trabalhar for a do estado do RS, ou expandir
alem dos limites do Sul do Brasil, mas com este novo desafio, eles se esforçaram
para iniciar igreja e pontos de pregação em cidades onde ainda não havia sido
pregado o evangelho. Dois grandes prédios tinham sido levantados em são Paulo,
em áreas onde há pouco tempo atrás não existia a Igreja apostólica. Vilso de Lima
era o supervisor da região Central, e o crescimento foi fenomenal. Então foram
feitos esforços para levar adiante o trabalho no Norte e Nordeste do país. O estado
da Bahia, que já tinha tido um bom começo foi especialmente abençoada e ungida,
apesar das severas condições de pobreza, começaram a promover projetos que
ajudariam a erguer muitos outros prédios que eles precisavam. O avivamento veio e
obreiros foram treinados. Existem igrejas no estado com mais de 250 membros.
A igreja central no estado de Pernambuco, sete dias de ônibus, é também muito grande
com mais de 200 membros. O pastor sofreu um acidente muito anos atrás que o deixou
um pouco debilitado, seus joelhos não dobravam, e então quando ele viajava, suas
pernas ficavam em uma péssima posição. Suas igrejas, mesmo com uma grande
distancia da Matriz nacional e de sua influencia, tem um dos mais altos padrões de
santidade da Igreja Apostólica do Brasil. Há também um bom e forte trabalho no
estado de Alagoas.

O colégio apostólico e a universidade Nova Vida foi fundada e programas de graduação

em artes liberais foram estabelecidos. Há também ramificações destas escolas no estado
de São Paulo e Santa Catarina. O Senhor tem abençoado A.C.B. com mais de 200 igrejas
e pontos de pregação ligados à igreja matriz situada na cidade de Esteio, estado do Rio
Grande do Sul.

A igreja matriz foi construída em 2 quarteirões, próximo da BR 118 que liga o Sul com a

região Central do Brasil. A igreja tinha a opção de comprar a propriedades vizinhas para
futuras expansões. O prédio pode acomodar duas mil pessoas sentadas, e foi avaliada,
por um empresa de seguros em um valor de 2,5 milhões de dólares. John Bradley e
Robert Cleveland são membros do quadro de diretores. Rev. Dr. John Bradley
Lambeth é o Presidente Nacional e o Irmão J.B. Lambeth, Fundador e Presidente
do Conselho Missionário.

As igrejas Apostólicas do Brasil patrocinam Seminários de Estudos Ministeriais,

programas de treinamento para adultos, duas convenções anuais para jovens, um retiro
Nacional para Irmãs, um Projeto de um Circuito Ministerial, e uma Escola de Musica.
O Departamento de Evangelismo é avançado, e através de seus esforços, numerosas
igrejas são iniciadas a cada ano, assim como prédios e capelas também são construídas
para a Gloria de Deus.

No dia 16 de dezembro de 2000, veio o reconhecimento oficial: O Bispo J.B. Lambeth

foi agraciado pela Câmara Municipal de Vereadores, com o Titulo de Cidadão
Benemérito de Esteio, cidade sede da Igreja Apostólica do Brasil, situada na região
metropolitana de Porto Alegre. Honraria, por sinal bem merecida

Honras para o Apostolo J.B. Lambeth.