Aula 006 Arrebatamento e o julgamento final

Curso discipulado Plano Individual da Salvação
por Pastor Luciano Batista


06 Arrebatamento e o julgamento final

A palavra “arrebatamento” não aparece na Bíblia. O conceito de Arrebatamento, entretanto, é claramente ensinado nas Escrituras. O Arrebatamento da igreja é o evento no qual Deus remove todos os crentes da terra para abrir caminho para que Seu justo julgamento seja derramado sobre a terra durante o período da Tribulação. O Arrebatamento é descrito principalmente em I Tessalonicenses 4.13-18 e I Coríntios 15.50-54. I Tessalonicenses 4.13-18 descreve o Arrebatamento como Deus ressuscitando todos os crentes que já morreram, dando a eles corpos glorificados. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4.16-17).
I Coríntios 15.50-54 focaliza na natureza instantânea do Arrebatamento e nos corpos glorificados que receberemos. “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Coríntios 15.51-52). O Arrebatamento é o acontecimento glorioso que devemos todos esperar ansiosamente. Finalmente ficaremos livres do pecado. Estaremos para sempre na presença de Deus. Há excessivo debate a respeito do significado e magnitude do Arrebatamento. Esta não é a intenção de Deus. Mas ao invés disso, no que diz respeito ao Arrebatamento, Deus quer que “encorajemos uns aos outros com estas palavras.”
A sincronia entre o Arrebatamento e a Tribulação é um dos assuntos mais polêmicos na igreja de hoje. As três visões predominantes são as seguintes: a visão pré-tribulacional (o Arrebatamento ocorre antes da Tribulação), a visão mesotribulacional (o Arrebatamento ocorre no meio da Tribulação) e a visão pós-tribulacional (o Arrebatamento ocorre ao final da Tribulação). Uma quarta visão, comumente conhecida como pré-ira, é uma ligeira modificação da visão mesotribulacional.
Primeiramente, é importante reconhecer o propósito da Tribulação. De acordo com Daniel 9.27, há uma septuagésima “semana” (7 anos) que ainda está por vir. A completa profecia de Daniel das setenta semanas (Daniel 9.20-27) fala da nação de Israel. É um período de tempo no qual Deus focaliza a Sua atenção especialmente em Israel. A septuagésima semana, ou seja, a Tribulação, deve também ser um tempo quando Deus lida especificamente com Israel. Apesar de não necessariamente indicar que a igreja não possa estar também presente, isto nos leva a perguntar por que a igreja precisaria estar na terra durante este período.
A passagem principal das Escrituras a respeito do Arrebatamento é I Tessalonicenses 4.13-18. Esta passagem afirma que todos os crentes vivos, juntamente com os crentes que já morreram, encontrarão o Senhor Jesus nos ares e estarão com Ele para sempre. O Arrebatamento é Deus removendo o Seu povo da terra. Uns poucos versículos depois, I Tessalonicenses 5.9, Paulo diz: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo.” O livro de Apocalipse, o qual lida principalmente com o período da Tribulação, é uma mensagem profética de como Deus derramará a Sua ira sobre a terra durante a Tribulação. Pareceria inconsistente que Deus prometesse aos crentes que não sofreriam ira para então deixá-los na terra durante a Tribulação. O fato de que Deus promete livrar os cristãos da ira logo após prometer retirar o Seu povo da terra parece juntar esses dois eventos.
Outra passagem crucial sobre o momento do Arrebatamento é Apocalipse 3.10. Nela Cristo promete livrar os crentes da “hora da tentação” que virá sobre a terra. Isto poderia significar duas coisas: (1) Cristo protegerá os crentes em meio às tentações, ou (2) Cristo livrará os crentes das tentações ao deixá-los fora delas. Ambos são significados válidos da palavra grega que traduzimos como “da”. Entretanto, é importante reconhecer de que os crentes têm a promessa de serem protegidos. Não é somente da tentação, mas da “hora” da tentação. Cristo promete guardar os crentes do período que contém as tentações, ou seja, da Tribulação. O propósito da Tribulação, o propósito do Arrebatamento, o significado de I Tessalonicenses 5.9 e a interpretação de Apocalipse 3.10 dão claro apoio à posição pré-tribulacional. Se a Bíblia for interpretada literalmente e com consistência, a visão pré-tribulacional é a interpretação mais baseada nas Escrituras.
O Julgamento do Grande Trono Branco é encontrado em Apocalipse 20.11-15 e é o julgamento final antes que os perdidos sejam lançados ao lago de fogo (o lugar de eterna punição comumente conhecido como inferno). Sabemos, através de Apocalipse 20.7-15 que este julgamento ocorrerá após o milênio e após Satanás, a besta e o falso profeta serem lançados ao lago de fogo (Apocalipse 20.7-10). Os livros que forem abertos (Apocalipse 20.12) contêm registros dos feitos de todos, bons ou maus, porque Deus sabe tudo o que já foi dito, feito ou mesmo pensado; e Ele recompensará ou punirá cada qual adequadamente (Salmos 28.4; Salmos 62.12; Romanos 2.6; Apocalipse 2.23; Apocalipse 18.6; Apocalipse 22.12).

Aula 005 A influência da igreja

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por Pastor Luciano Batista


05 A influência da  igreja

Hoje em dia, muitas pessoas entendem a igreja como um prédio. Esta não é a compreensão bíblica da igreja. A palavra igreja vem da palavra grega “Ecclesia”, que é definida como “uma assembléia”, ou “os que foram chamados”. O significado primário de “igreja” não é de um prédio, mas de pessoas. É irônico que quando você pergunta às pessoas que igreja freqüentam, geralmente dizem Batista, Metodista, ou outra denominação. Muitas vezes eles se referem à denominação ou ao prédio. Leia Romanos 16.5: “...Saudai também a igreja que está em sua casa.” Paulo se refere à igreja em sua casa, não à igreja prédio, mas um corpo de crentes.
Deus deu como presente para a igreja o ministério de pastor e obreiros que trabalham para edificação do corpo. Recusar ter um pastor é como recusar o presente de Deus
Efésios 4.11
A igreja é o Corpo de Cristo. Efésios 1.22-23 diz: “E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.” O Corpo de Cristo é feito de todos os crentes desde o tempo de Pentecoste até ao Arrebatamento.
Na comunidade de Cristo (igreja) aprendemos o verdadeiro sentido da santificação.
Jesus tinha muito a dizer sobre santificação em João 17. No versículo 16, o Senhor diz: "Eles não são do mundo, como eu também não sou", e isso é antes de seu pedido: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." Santificação é um estado de separação para Deus; todos os crentes entram neste estado quando são nascidos de Deus: "É, porém, por iniciativa dele que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção" (1 Coríntios 1.30). Esta é uma separação que acontece de uma vez por todas, eternamente a Deus. É uma parte intrincada da nossa salvação, a nossa ligação com Cristo (Hebreus 10.10).
A santificação também se refere à experiência prática dessa separação para Deus, sendo o efeito da obediência à Palavra de Deus na vida de alguém e deve ser ardentemente buscada pelo crente (1 Pedro 1.15, Hebreus 12.14). Assim como o Senhor orou em João 17, a santificação tem em vista a separação dos crentes para a finalidade pela qual foram enviados ao mundo: "Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade" (v. 18, 19). Que Ele se separou para o propósito pelo qual foi enviado é tanto a base quanto a condição do nós mesmos sermos separados para o motivo pelo qual fomos enviados (João 10:36). A santificação de Cristo é o padrão e o poder para a nossa. O envio e a santificação são inseparáveis. Por causa disso os crentes são chamados de santos, hagioi, no grego: "os santificados". Enquanto anteriormente o seu comportamento dava testemunho da sua posição no mundo em separação de Deus, agora o seu comportamento deve ser testemunho da sua posição diante de Deus em separação do mundo.
De acordo com as Escrituras, a palavra "santificação" tem mais um sentido. Paulo ora em 1 Tessalonicenses 5.23: "Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de vocês seja conservado irrepreensível na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." Paulo também escreve em Colossenses da "esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho" (Colossenses 1.5). Logo depois, ele fala do próprio Cristo como "a esperança da glória" (Colossenses 1.27) e então menciona o fato dessa esperança quando diz: "Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória" (Colossenses 3.4). Este estado glorificado será a nossa separação definitiva do pecado, ou seja, alcançaremos a santificação total em todos os aspectos. "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é" (1 João 3.2).
Para resumir, a santificação é sinônimo de santidade, a palavra grega para ambas significa "uma separação", de primeira uma separação posicional de uma vez por todas a Cristo em nossa salvação; em segundo lugar, uma santidade prática progressiva na vida de um crente enquanto aguarda o retorno de Cristo e, finalmente, uma separação permanente do pecado quando chegarmos ao céu.
Conclusão: A influencia da igreja é fundamental para que possamos estabelecer um estilo de vida. Com a igreja podemos aprender a viver em uma sociedade que mantêm os padrões bíblicos apostólicos.

Aula 004 Batismo no Espirito Santo

Curso discipulado Plano Individual da Salvação
por Pastor Luciano Batista


04 Batismo no Espirito Santo


E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo. Mateus 3.11
Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Atos 1.5
E lembrei-me do dito do Senhor, quando disse: João certamente batizou com água; mas vós sereis batizados com o Espírito Santo. Atos 11.16
Batismo no Espírito Santo e com fogo?
Vamos entender novamente qual é a definição da palavra batismo como aprendemos na aula anterior: A tradução da palavra é mergulho ou emergir
Agora podemos entender a definição espírito: Pneuma, designativo do espírito, sopro animador ou força criadora.
Vamos unir mergulhar no vento?
Agora entendendo que a definição de Espírito para Deus é uma forma de entender que Ele esta presente e podemos sentir porém não podemos ver (Sendo ele Deus sabemos que o mesmo pode se apresentar aquém Ele desejar)
Por esse motivo a definição batismo no Espírito Santo deve ser entendida como mergulho no poder invisível de Deus.
E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo. E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo. Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará. Mateus 3.7-12
Podemos definir o Batismo do Espírito Santo como a obra através da qual o Espírito de Deus coloca o crente em união com Cristo e em união com outros crentes no Corpo de Cristo, no momento da salvação. I Coríntios 12.12-13 e Romanos 6.1-4 são as passagens centrais na Bíblia onde encontramos esta doutrina.
I Coríntios 12.13 declara: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.”
Romanos 6.1-4 declara: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.”
Sendo assim entendemos que o batismo no Espírito Santo é uma experiência íntima com Deus e uma transformação.
E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16.8
Logo vem a pergunta que ligação tem o falar em línguas e o batismo no Espírito Santo?
01º É uma promessa:
E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Marcos 16.17
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. Atos 2.38,39
E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. 1 Coríntios 12.10
02º É um sinal
Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Atos 2.8
Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus. Atos 10.46
De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis. 1 Coríntios 14.22
03º É doutrina apostólica:
Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. 1 Coríntios 14.2
E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. 1 Coríntios 14.5
Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. 1 Coríntios 14.18
04º Segundo a bíblia o batismo é identificado pelo falar em línguas 
E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. Atos 2.3,4
E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam. Atos 19.6
E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus. Respondeu, então, Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo? Atos 10.45-47

Aula 003 Importância do batismo em nome de Jesus

Curso discipulado Plano Individual da Salvação
por Pastor Luciano Batista


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13/09/2018

03 Importância do batismo em nome de Jesus

“Tornou-lhes ele: Em que fostes batizados então? E eles disseram:
No batismo de João”  Atos 19.3


O batismo cristão, de acordo com a Bíblia, é um testemunho externo do que aconteceu no interior da vida de um crente. O batismo cristão ilustra a identificação do crente com a morte de Cristo, Seu sepultamento e ressurreição. A Bíblia declara: “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Romanos 6.3-4). No batismo cristão, o ato de ser imerso nas águas invocando o nome de Jesus, retrata o sepultamento com Ele. O ato de sair das águas retrata a ressurreição de Cristo.

Qual é a exigência bíblica antes do batismo?

Arrependimento a acreditar: Essas duas coisas devem andar juntas, é impossível uma pessoas que não creu no evangelho pedir para ser batizada. Por outro lado é impossível crer no evangelho sem o arrependimento.
e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho. Marcos 1.15
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Marcos 16.16

O arrependimento nos leva ao conhecimento do verdadeiro Deus. Uma vez que conhecemos o verdadeiro Descartamos os falsos deuses e suas doutrinas e rituais.
É fundamental identificar Jesus como o Deus verdadeiro, porque é assim que a bíblia o chama:  “o verdadeiro Deus e a vida eterna” I João 5.20

O próprio Senhor disse que só existe um ÚNICO Deus verdadeiro. “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste” João 17.3
Os apóstolos pregavam o único Deus, confira:

Jesus é Deus sobre todos: “de quem são os patriarcas; e de quem descende o Cristo segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, Deus bendito eternamente. Amém”. Romanos 9.5

Só há um Deus: “todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também”. 1 Coríntios 8.6

Deus é único: “Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém”. 1 Timóteo 1.17

Em outra ocasião daremos um estudo mais amplo sobre a unicidade de Deus.
Voltando ao assunto do batismo: Uma vez que o batismo é um novo nascimento e como praxe, após o nascimento recebemos o nome do pai
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Mateus 28.19
A importância do nome de Jesus no batismo é a essência da real importância do batismo.

Confira

Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. Atos 2.38

Mas, quando creram em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus e do nome de Jesus, batizavam-se homens e mulheres. Atos 8.12

Porque sobre nenhum deles havia ele descido ainda; mas somente tinham sido batizados em nome do Senhor Jesus. Atos 8.16

Mandou, pois, que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então lhe rogaram que ficasse com eles por alguns dias. Atos 10.48

Quando ouviram isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus. Atos 19.5

Segundo o Apóstolo Pedro o batismo não é só um mergulho em água, mas também uma renovação em nosso entendimento.
“que também agora, por uma verdadeira figura - o batismo, vos salva, o qual não é o despojamento da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo” 1 Pedro 3.21

Daí a importância do batismo em nome do Senhor Jesus.

Aula 002 Dispensações (PIS) #CursodeBatismo

Curso discipulado Plano Individual da Salvação (PIS)
por Pastor Luciano Batista

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                                                                       Aula 12/09/2018
02 Dispensações

E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações
que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Atos 1.7
O estudo sobre as dispensações é um método teológico criado para entender como Deus tratou o pecado da humanidade dentro de uma tempo especifico. Essa matéria não tem o objetivo de determinar quais são as ações futuras de Deus e também não tem o objetivo de julgar as ações anteriores. Eu também chamo portas da alma, vamos então aprender com os relatos antigos para entender melhor os eventos futuro. A dispensação é definida como um período onde Deus julgou o peca do da humanidade. As sete dispensações são:  Inocência, Consciência, Governo Humano, Promessa, Lei, Graça e Milênio
Inocência: A dispensação da inocência também chamada pelos rabinos de Período de Adão. É conhecida como a construção do QI (Qualidade Intelectual).
Nesta dispensação temos o período da Criação até a expulsão de Adão e Eva
Porta da alma: Chamada de tempo de formação, ao contrario do que muitos dizem que no período dos 00 aos 07 anos a criança é uma pagina em branco esperando ser preenchida, podemos afirmar que neste período elas estão completamente informada porém sem formação. Ou seja ele pode ver e perceber tudo a sua volto e com isso podemos nomear as coisas que ela vê e senti. Quando ela crescer vai ter essas experiencias como base de suas escolhas ou esses traumas como fonte de medo.

Consciência: Essa dispensação é conhecida pelo período quem que a humanidade começou a se entregar para os prazeres e toda sorte de maldade. Foi o período da saída do Éden até o diluvio.
Porta da alma: Chamada de vivendo entre as feras (Período entre 08 e 14 anos). Quando as crianças saem da inocência (formação) ela tem que lidar com as experiencias e descobertas na pré-adolescência. Costuma ser a época da teimosia e de muita desobediência. Ela não entende muitas coisas quando é confrontada da a formação.

Governo Humano: Esta dispensação é bem conhecida como o período de Ninrode, cujo seu nome significa Rebelar. (E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra Gênesis 10.8) Após o diluvio os filhos de Noé continuaram a povoação da terra, e quando chegamos no capitulo 11 de Gênesis encontramos a torre da Babel (confusão) de onde vem o nome Babilônia.
Porta da alma: Sou dono de mim! Essa período vai dos 14 aos 21 anos. Diga-se de passagem que ele é a consequência da boa ou má formação nos 14 anos anteriores.

Promessa (Patriarcal): Esta dispensação inicia no capítulo 12 de Gênesis na pessoa de Abrão (Abraão), e vai até as entrada no Egito com Jaco.
Porta da alma: Tempo de pré-moldado entre 21 e 28 anos. Geralmente neste período a realidade bate a porta e muitas coisas começam a mudar. Sei que se os 21 anos anteriores não forma bem doutrinados neste período ainda podemos ter um irresponsável. 

Lei: Esta dispensação tem seu início no êxodo do Egito com Moisés, quando eles caminharam por 50 dias após a pascoa e tiveram o encontro no Sinai (Pentecoste), onde receberam as leis. Essa dispensação se estende até a morte de Cristo.
Quando após a morte (pascoa) foram até o derramar do Espírito Santos em Atos 2 (Pentecoste).
Porta da alma: Mundo de ilusão, período dos 28 aos 35 anos. Segundo os médicos essa é a idade do declínio do corpo. Todo mau uso do corpo vai aparecer agora em meio a vários tipos de doenças. O contrario também é verdade.

Graça: Pense na dispensação que sofreu a maior de todas as contradição. A dispensação da graça teve seu inicio após a morte de Cristo e vai até o arrebatamento da igreja.
Porta da alma: Acordando para realidade, esse período seda entre 35 a 42 anos. Pode ser o tempo da graça ou de muito choro e arrependimento por não ter aproveitada a força do corpo. Mas ainda não é tarde para usar a experiencia e inteligencia para garantir um futuro melhor

Milênio: Essa é a dispensação que é pouco compreendida. Em geral ela inicia na grande tribulação e termina no período de mil anos onde ocorre o juízo final. Porém existe algumas linhas que a define como a época atual e outros que dizem que é uma simbologia da eternidade.
Porta da alma: Um passo para eternidade, período de 42 até a morte… (Mil anos faz alusão ao tempo longo). São poucos os que pensam na morte, mas eu gostaria de ensinar algo sobre a morte para vocês hoje. Como tratamos nosso corpo para a morte revela o que temos preparado para nossa eternidade.


Aula 001 - Conhecendo à Bíblia (PIS) #CursodeBatismo

Curso discipulado Plano Individual da Salvação
por Pastor Luciano Batista


Assista essa aula no YouTube:
https://youtu.be/2DS6597ocwc


Dia 11/09/2018

Matérias do curso:
1. Conhecendo à Bíblia
2. Dispensações
3. Importância do batismo em nome de Jesus
4. Batismo do Espírito Santo
5. A influência da  igreja
6. Arrebatamento e o julgamento final
7. Dúvidas

O Curso PIS (Plano Individual da Salvação) para discipulados, tem como objetivo, dar uma formação básica do plano de salvação para os novos convertidos.
Editado pelo Pastor Luciano Batista esse curso é fornecido com a base de uma hora dia aula. Nossas expectativas com esse curso é capacitar nossos membros para defender e expor a sua fé, mesmo no inicio de sua jornada.
Seja bem vindo ao nosso discipulado e vamos a primeira aula: Conhecendo à Bíblia.

01 Conhecendo à Bíblia 


“Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não compreendendo
as Escrituras nem o poder de Deus” 
Mateus 22.29


A Bíblia é composta de duas alianças a qual chamamos de Testamentos, formada por 66 livros, sendo 39 no Velho Testamento e 27 no Novo Testamento. Os livros da Bíblia foram escritos por cerca de 40 homens diferentes durante um período de cerca de 1500 anos. 
Deus é o autor “inspirador” da Bíblia. Deus “soprou” a Sua Palavra e usou os profetas e apóstolos para escrevê-la.
Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. 2 Timóteo 3.16,17

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. 2 Pedro 1.20,21

O Antigo Testamento é dividido em cinco seções:

01 Pentateuco: (05) Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio

02 Livros históricos: (12) Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester

03 Livros poéticos: (05)  Jó, Salmos, Eclesiastes, Provérbios e Cântico dos Cânticos

04 Profetas Maiores: (05) Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel

05 Profetas Menores: (12) Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias

O Antigo Testamento foi escrito aproximadamente entre 1400 AC e 400 AC. Grande maioria do Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com algumas seções pequenas escritas em aramaico (essencialmente uma variação do hebraico).

O Antigo Testamento trata basicamente da relação entre Deus e a nação de Israel. O Pentateuco lida com a criação de Israel e com Deus estabelecendo a sua aliança com Israel. Os livros históricos registram a história de Israel, suas vitórias e sucessos, assim como suas derrotas e fracassos. Os livros poéticos nos permitem uma olhada mais íntima no relacionamento de Deus com Israel e o Seu grande desejo para que essa nação O adorasse e obedecesse. Os livros proféticos são o chamado de Deus para que Israel se arrependesse de sua idolatria e infidelidade e restaurasse o seu relacionamento de obediência e fidelidade espiritual.

O Novo Testamento é dividido cinco partes:

01 Evangelhos: (04) Mateus, Marcos, Lucas, João

02 Histórico: (01) Atos

03 Epístolas Paulinas: (13)  Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito, e Filemom

04 Epístolas Gerais: (08) Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João, Judas

05 Profecia: (01) Apocalipse

O Novo Testamento foi escrito aproximadamente entre 45 DC e 95 DC em grego koiné (grego comum, a forma cotidiana da língua grega do primeiro século DC).
Os Evangelhos nos dão quatro narrativas diferentes, mas não conflitantes, do nascimento, vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Os Evangelhos mostram como Jesus era o Messias prometido do Antigo Testamento e estabelecem as bases para o ensino do resto do Novo Testamento. O livro de Atos registra as obras dos apóstolos de Jesus, os homens que Jesus enviou ao mundo para proclamar o Evangelho da salvação. Atos nos fala do início da igreja e do seu rápido crescimento no primeiro século DC. As Epístolas Paulinas, escritas pelo apóstolo Paulo, são cartas para as igrejas onde ensinam a doutrina Cristã oficial. As Epístolas Gerais complementam as Epístolas Paulinas com ensino e aplicação suplementares. O livro do Apocalipse trata da atual situação da igreja e mostra qual será o fim da igreja fiel e infiel como também o julgamento de todo o mundo.

Evangelismo aula 02: Como prospectar o público alvo!

Treinamento para evangelistas
Pastor Luciano Batista

Esse mini curso de evangelismo tem como objetivo treinar e equipar os discípulos de Cristo para o campo missionário.
Vamos apresentar lições simples que podem aperfeiçoar seu ministério na obra apostólica.


Como prospectar o público alvo!

Prospecção é uma palavra com origem no latim prospectione que significa a ação de prospectar ou pesquisar. É um termo do âmbito da geologia, que é usado para descrever os métodos usados para descobrir os filões ou jazidas de uma mina.
Na geologia, a prospecção consiste em um conjunto de trabalhos geológicos e mineiros que têm como objetivo reconhecer o valor econômico de um jazigo ou de uma região mineira.

Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz. Lucas 14.28-32

Na aula de hoje quero ensinar aos irmãos sobre a importância de um plano de ação, claro e objetivo.
Vamos pautar nossa tabela de pesquisa dividindo em quatro partes, lembrando que organizavam e baseada em: Utilização, Nomenclatura, mestras claras e padronizadas.

I - Procurar pessoas que me conhecem e conhecem a igreja
Nesta primeira parte temos as seguintes pessoas.
  • Pessoas que eu já evangelizei e apresentei a igreja
  • Pessoas que já visitaram a igreja

II - Procurar pessoas que me conhece mas não conhecem a igreja
Nesta segunda parte temos as seguintes pessoas:
  • Meus parentes
  • Parentes de membros
  • Meus Vizinhos
  • Meus Colegas de trabalho
  • Meus Colega de escola ou clube

III - Procurar pessoas que não me conhece mas conhece a igreja
Nesta terceira parte temos as seguintes pessoas:
  • Pessoas indicadas pelos membros
  • Desviados

IV - Procurar pessoas que não conhecem nem a mim e nem a igreja.
Nesta quarta parte temos o público geral:
  • Chamados de visitas frias

Com um ambiente motivado e promissor estaremos prontos para enquadrar nosso plano de ação e assim poder delegar pessoas para suas tarefas.

Prospecção é uma palavra com origem no latim prospectione que significa a ação de prospectar ou pesquisar. É um termo do âmbito da geologia, que é usado para descrever os métodos usados para descobrir os filões ou jazidas de uma mina.
Na geologia, a prospecção consiste em um conjunto de trabalhos geológicos e mineiros que têm como objetivo reconhecer o valor econômico de um jazigo ou de uma região mineira.

Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz. Lucas 14.28-32

Na aula de hoje quero ensinar aos irmãos sobre a importância de um plano de ação, claro e objetivo.
Vamos pautar nossa tabela de pesquisa dividindo em quatro partes, lembrando que organizavam e baseada em: Utilização, Nomenclatura, mestras claras e padronizadas.

I - Procurar pessoas que me conhecem e conhecem a igreja
Nesta primeira parte temos as seguintes pessoas.
  • Pessoas que eu já evangelizei e apresentei a igreja
  • Pessoas que já visitaram a igreja

II - Procurar pessoas que me conhece mas não conhecem a igreja
Nesta segunda parte temos as seguintes pessoas:
  • Meus parentes
  • Parentes de membros
  • Meus Vizinhos
  • Meus Colegas de trabalho
  • Meus Colega de escola ou clube

III - Procurar pessoas que não me conhece mas conhece a igreja
Nesta terceira parte temos as seguintes pessoas:
  • Pessoas indicadas pelos membros
  • Desviados

IV - Procurar pessoas que não conhecem nem a mim e nem a igreja.
Nesta quarta parte temos o público geral:
  • Chamados de visitas frias

Com um ambiente motivado e promissor estaremos prontos para enquadrar nosso plano de ação e assim poder delegar pessoas para suas tarefas.

Evangelismo aula 01: Ambiente motivacional

Treinamento para evangelistas
Pastor Luciano Batista

Esse mini curso de evangelismo tem como objetivo treinar e equipar os discípulos de Cristo para o campo missionário.
Vamos apresentar lições simples que podem aperfeiçoar seu ministério na obra apostólica.

mas rejeita as fábulas profanas e de velhas.
Exercita-te a ti mesmo na piedade.
1 Timóteo 4.7

Ambiente motivacional:
O mestre do navio, pois, chegou-se a ele, e disse-lhe: Que estás
fazendo, ó tu que dormes? Levanta-te, clama ao teu deus;
talvez assim ele se lembre de nós, para que não pereçamos.
Jonas 1.6

Toda igreja missionária tem ambiente missionário, quando estamos em um ambiente que não corresponde às metas desejadas logo andamos sem sair do lugar.

Quando o Bispo não tem uma visão ampliada sobre Missões, ele acaba sufocando qualquer projeto que possa estar nascendo no coração dos demais. Pode o Bispo ter uma boa visão, mas se não tiver uma boa equipe logo sua visão se tornar obsoleta.

Com essa aula quero mudar o ambiente atual da igreja para o ambiente que motiva as nossas metas. Nosso ambiente de evangelismo não pode ser feito com base em nossas expectativas, mas nas expectativas do nosso público alvo. Vamos apontar quatro regras básicas.

I - Qual é a necessidade da humanidade?

Jonas era um tipo de evangelista que não concordava com o plano final de Deus, por achar que os Ninivitas não mereciam o perdão.

E orou ao Senhor, e disse: Ah! Senhor! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso Jonas 4.2

A necessidade da humanidade é a mesma que a minha, assim como eu preciso do perdão e amor de Deus assim eles também precisam. Devemos ter em mente que estávamos pregando um Deus que ama sua criação e quer recuperar-la.

II - Quais são as metas de crescimento dentro da nossa equipe?

Jonas era um evangelista que tinha um espírito muito forte de egoísmo, onde tudo que era para o seu prazer era bênção e fora disso tudo era maldição.

Mas Deus enviou um verme, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou. E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver. Jonas 4.7,8

Devemos criar metas reais e desafiadoras.

III - Elogie e reconheça em público sempre que alguém alcançar ou superar as expectativas.

Mesmo sabendo Deus o espírito egoísta de Jonas, Deus fez questão de chama-lo e sendo um livro que narra a salvação de uma cidade que não é judaica, mostra o reconhecimento que Deus deu a esse profeta

E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo.
Jonas 1.1

IV - Ouça sua equipe sobre, mantenha todos envolvidos no projeto e sempre que possível use as ideias da equipe.

E orou Jonas ao SENHOR, seu Deus, das entranhas do peixe. E disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Jonas 2.1,2

Deus ouve a oração de Jonas e livra ele dá morte no ventre do grande Pai de, porém no capítulo 4 o Jonas pede a morte por não concordar com o plano de Deus.

Peço-te, pois, ó Senhor, tira-me a vida, porque melhor me
é morrer do que viver. Jonas 4.3

Mesmo que algumas ideias possa ser fraca para você, aplicar elas pode fortalecer o espírito participativo da equipe.


Primeira aula

Porque os apostólicos não usam aliança de casamento

Uso de aliança para noivado e casamento!
Professor Pastor Luciano Batista

Não defraudando, antes mostrando toda a boa lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador. Tito 2.10

Não vou ler todas as referencias mas quero deixar claro aos irmãos que estou ciente que a bíblia aponta para o costume de usar adornos em festas perincipalmente em casamento. Mas também quero apontar que sei seus costumes e simbolismos.
Como é comum no dia de hoje as joias são símbolos de ostentação e riquezas, sendo assim era comum presentear a moça com joias para garantir a seus pais sua capacidade de manter a filha como esposa.

O adorno pode ser usado com propósito bom ou enganoso. A palavra hebraica para “adorno” tem o sentido de “honra”. (1Cr 16.29; La 5.12)

As Escrituras recomendam altamente o adorno espiritual. O próprio Adonai é descrito como vestido de luz e cercado de beleza. (Sal 104.1,2; Ap 4.2,3)

Nos tempos bíblicos, o noivo e a noiva se adornavam para a festa de casamento. (Sal 45.13, 14; Is 52.1; 61.10; Je 31.4 Ez 16.10-19; Os 2.13.

Deste modo espiritual, a congregação cristã, a noiva de Cristo, surge por fim em toda a sua beleza diante do seu marido, Jesus Cristo. Ela é similarmente descrita em Apocalipse 21.2 como estando “preparada como noiva adornada para seu marido”. Sua beleza espiritual está em contraste direto com o adorno de Babilônia, a Grande, mencionada como adornada de coisas materiais, o salário de suas prostituições. — Ap 18.16.

Com essa base quero entrar agora no assunto oficial que é o uso da aliança:

A origem da palavra “aliança” tem raízes no Latim, seu significado é compor, acordo ou contrato!

O anel, aliança, surgiu entre os gregos e os romanos, tendo provavelmente por origem um costume hindu de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (vena amoris) que estava directamente ligada ao coração, costume culturalmente seguido até aos dias de hoje.

No início a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava mais disponível para outros pretendentes. A partir do século IX, a igreja cristã adaptou a aliança como um símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos.

Muitas crenças nasceram então, como, por exemplo, o facto de os escoceses dizerem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido.

Na bíblia o sentido do anel e propriedade:
Gn 41.42; Dn 6.17; Et. 3.10; 8.2,8; Jr. 22.24; Ag. 2.23; Lc. 15.22

Os chamados cristão católicos começaram a usar aliança no ano de 860 pelo Papa Nicolau I, sendo então o uso de aliança para noivado e casamento considerado como simbolo católico de compromisso.

O pacto segundo a bíblia sempre foi feito com sangue e não com ouro:

Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 1 Pd. 1.18-19

A relação oficializa o casamento: Gn. 24.67; Rt, 4.3; Mt. 1.25

Quando um homem tomar mulher e, depois de coabitar com ela, a desprezar, E lhe imputar coisas escandalosas, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Tomei esta mulher, e me cheguei a ela, porém não a achei virgem; Então o pai da moça e sua mãe tomarão os sinais da virgindade da moça, e levá-los-ão aos anciãos da cidade, à porta; E o pai da moça dirá aos anciãos: Eu dei minha filha por mulher a este homem, porém ele a despreza; E eis que lhe imputou coisas escandalosas, dizendo: Não achei virgem a tua filha; porém eis aqui os sinais da virgindade de minha filha. E estenderão a roupa diante dos anciãos da cidade. Dt. 22.13-17

Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito. Fugi da fornicação. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que fornica peca contra o seu próprio corpo. 1 Co. 6.15-18

Alguns versículos sobre o uso do ouro para os apostólicos


Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos, Mateus 10.9

O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; 1 Pedro 3.3

Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, 1 Timóteo 2.9


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Unicistas e o Natal?


Eu comemoro o Natal Cristão Romano?

por Pastor Luciano Batista

Primeiramente eu reconheço que nossa cultura religiosa sofreu e sobre a mistura religiosa com o paganismo em várias esferas e não apenas no Natal

Mas quero lembrar a todos que o aprendizado deve sempre moldar nossa forma de adoração a Deus

É bom lembrar que existe uma passagem que Jesus abordou o assunto adoração com uma mulher no poço de Jacó. Uma vez que o assunto era adoração (João, 4:20 - Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar)

Devemos observar a colocação de Jesus, após a sua afirmação de adoração a Deus (João, 4:22 - Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus)

Em outras palavras: Vocês fazem cultos (festas) sem conhecer o que se adora, mas nós Judeus conhecemos o objeto de culto (festa) antes mesmo de prestar culto (festas)

Se desejamos aproveitar o feriado do dia 25 de dezembro. Não precisamos comemorar uma festa que o objeto de culto é desconhecido, antes podemos aproveitar a comemoração da dedicação do templo que é chamada de festa de Hanuká

Os judeus não comemoram nem o Natal nem o Ano Novo nos “moldes” cristãos – apesar de reconhecerem que Jesus existiu. Para essa cultura, principalmente em Israel, a comemoração de fim de ano é o Hanuká, que significa festa das luzes em hebraico e lembram as vitórias contra a opressão, a discriminação e a perseguição religiosa.  A data marca a vitória dos judeus sobre os gregos há mais de dois mil anos, na batalha pela liberdade de seguir a sua religião.
A festa de Hanuká para os judeus começa no 25º dia do mês judaico de Kislev e dura oito noites. Em 2013, o início coincide com o dia 27 de dezembro.
A festa consagra a vitória dos judeus contra uma província grega que tentava impor o politeísmo. Segundo os crentes, para cada um dos dias é acesa uma vela até que todo o candelabro esteja aceso no último dia de festa. Também teria havido um milagre: o óleo para acender as velas do templo, que seria suficiente para apenas um dia, durou oito.
Na comemoração, peru e bacalhau são substituídos por panquecas de batata e bolinhos fritos em azeite. E em vez de desembrulharem presentes à meia-noite, as crianças recebem dinheiro.

Agora comemorar o Natal corremos o risco de afirmar uma mentira que o catolicismo vem usando como comércio religioso a muitos anos.

Convido você a comemorar o Hanuká como festa em sua vida (Uma vez que adoramos o Deus dos Judeus)
Esta festa funciona assim: A partir do dia 25 conta oito dias de festas consecutivas. Nestes dias você deve levar presentes ao templo (igreja) e também reunir a família em seu lar para agradecer a Deus por cada um deles e também não pode esquecer que está festa exige que se faça muitas esmolas e caridades.

Para encerrar
Se vai copiar uma festa religiosa, pelo menos copie de uma nação (religião) que o próprio Deus deu como referência.

Agora, entendendo um pouco mais sobre a Festa da Dedicação, podemos celebrá-la alegremente nosso culto de Ação de Graças

1 Tessalonicenses, 3:9 - Pois, que ação de graças podemos render a Deus por vós, por todo o gozo com que nos regozijamos por vossa causa diante do nosso Deus,

Hag Hanuká Sameach! Feliz Festa de Hanuká!

20 Razões porque batizamos em nome de Jesus!


20 Razões porque batizamos em nome de Jesus!


1º: Porque a ordem de Jesus é em nome (Mt. 28.19).

2º: Porque a remissão dos pecados é em Seu nome (Lc. 24.47).

3º: Porque tudo deve ser feito em Seu nome (Cl. 3. 17)

4º: Porque Pedro, cheio do Espírito Santo, ensinou o batismo em nome de Jesus (At 2.4, 38).

5º: Porque não há salvação em outro nome (At 4.12)

6º: Porque os samaritanos também foram batizados em nome de Jesus (At 8.12, 16).

7º: Porque os gentios também foram batizados em nome de Jesus (At. 10.44-48)

8º: Porque Paulo foi batizado em nome do Senhor Jesus (At. 22.12-16)

9º: Porque Paulo batizou os discípulos de João Batista em nome de Jesus (At. 19. 3-5).

10º: Porque Paulo disse que se pregassem outra doutrina além dessa seria anátema (Gl 1.8)

11º: Porque o nome de Jesus está sobre todos os nomes (Fp. 2.9).

12º: Porque na bíblia todos novos convertidos foram batizados em nome do Senhor Jesus Cristo

13º: Porque a doutrina que batiza nos títulos teve o seu início no ano 381 d.C.

14º: Porque o mesmo Mateus que escreveu Mt. 28.19, concordou com Pedro (Leia At. 2.14,38).

15º: Porque existe apenas um só batismo bíblico e não encontramos ninguém batizado nos títulos (Ef. 4.5).

16º: Porque a igreja deve estar edificada na doutrina dos apóstolos (Ef. 2.20).

17º: Porque todas famílias nos céus e na terra tomam seu nome (Ef. 3.15).

18º: Porque João confirma que só através do nome há remissão de pecados (1 Jo. 2.12)

19º: Porque Deus escolheu um povo para o Seu nome (At. 15.14)

20º: Porque repetir a ordem não é o mesmo que obedecer.

(Obs: Caro (a) amigo (a), se o ministro ao te batizar repete os títulos pai, filho, e espírito santo, ele está somente repetindo a ordem e não obedecendo) (1 Sm 15.22)



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